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Mais uma vez fui apunhalado nas costas por um backup

Certa feita fui copiar do celular pro computador uma série de arquivos que não poderia perder de jeito nenhum e acabei perdendo todos eles porque o cartão de memória se corrompeu enquanto o backup acontecia. Assim, aprendi uma importante lição: além de fazer a maldita cópia de segurança, vulgo backup, sempre manter mais de uma e em mais de um lugar.

Esse mês aprendi que isso não é o suficiente.

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Seguinte, passei o começo desse ano e parte do ano passado escrevendo textos-reservas pra esse blog. Na minha missão de publicar pelo menos um texto a cada sete dias, tentei deixar alguns textos já escritos pro caso de em alguma semana não conseguir produzir nada.

Quando terminei de me mudar pra Niterói e finalmente pude voltar com o blog, fui lá eu subir o backup pro servidor, e pra minha surpresa os posts que eu havia escrito não estavam lá. Fiz vários testes, tentei subir as outras cópias do backup que mantinha noutros lugares, e nada.

Percebe? Não é que os arquivos backupeados estavam corrompidos, é que eles estavam incompletos. O sistema que fazia a cópia de segurança só copiou metade de tudo, e eu não percebi. O backup estava lá, mas pela metade.

Resultado: perdi uns trinta textos. Trinta. Tê erre í ene tê á. 30.

Fiquei bem triste, tipo assim, tristão.

E estressadão, também.

De qualquer forma, agora esse é meu método de lidar com backups (fica a dica):

  1. Fazer a cópia.
  2. Checar se a cópia foi feita com sucesso. [Novo™]
  3. Fazer cópia das cópias em vários dispositivos diferentes.
  4. Fazer upload em algum site, no momento uso Dropbox pra isso.
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Quando quebrei o dedão do pé por pura estupidez

Só uma lembrança rápida do dia em que eu quebrei o dedão do pé sem boas razões aparentes: correndo e tropeçando. Agora, sabe do que eu corria? Meu padrasto tinha uma filha e, de acordo com o que consigo lembrar, transformar a vida dela num inferno dantesco era uma das grandes ocupações da minha infância.

Estava eu lá, após alguma ação estúpida que não lembro qual, fugindo dela. Ela queria me surrar e eu infelizmente não queria ser surrado, então corria. Corria rindo, aliás, porque consegui deixar ela nervosa suficiente para correr atrás de mim, o que para (quase) irmãos significa o maior nível de nervosismo possível.

Eis que PLAU, saio correndo e deixo o dedão pra trás. Digo, tentei sair correndo mas o dedão ficou paradão lá no chão, preso no espacinho entre uma cerâmica e outra. Não sei se chutei, sei lá, mas logo caí esperneando no chão. Parei de rir na hora, desnecessário dizer. Depois de toda essa estupidez, a lição que fica é: foi karma, sim ou claro?

Aí você pensa, “nossa que merda, quebrou o dedo? Só isso? “, e eu respondo:

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Pois é, parceiro, colocaram gesso até meu joelho! Um dedo, UM ÚNICO MALDITO DEDO. E os enjalecados FODEM MINHA PERNA INTEIRA!

Caí de moto e outras desgraças

Eu não morri. E falando nisso, literalmente acabei de assistir Deus Não Está Morto e achei bem bostão, não recomendo. Mas oi, de qualquer forma.

Seguinte, aconteceram algumas desgraças desde o último post (aparentemente tem um tempinho já, tô meio por fora), e essas desgraças foram desgraças realmente sérias, diga-se de passagem, mas aparentemente algumas pessoas acham elas engraçadas então vou tentar contar na ordem temporal certa o que aconteceu:


1º Desgraça: O backup que me fez perder o conteúdo de um cartão de memória ao invés de salvá-lo

Porra, no dia 13 do mês passado (sim, eu ando anotando as datas dos acontecimentos relevantes da minha vida) eu fui fazer um backup de todas as informações do cartão de memória do meu celular, porque nele tinha um monte de coisa importante e que eu não podia perder de jeito nenhum.

Eu perdi.

Pode parecer inacreditável, mas quando eu coloquei o cartão no computador pra fazer o backup, deu COCÔ e ele corrompeu todo o conteúdo. Tentei usar meus poderes de MAGO DA INFORMÁTICA mas não tinha mais jeito: perdi uma porrada de fotos, vídeos, e principalmente músicas.

Vez em quando eu tenho uma ideiazinha pra uma melodia ou pra uma letra, aí pego o celular e gravo pra não esquecer ou pra poder trabalhar em cima dela mais tarde. Gravo coisas naquele celular desde, sei lá, o começo do ano passado, então tinha coisa PRA CACETE. Perdi tudo, puta que me pariu. Obviamente eu ainda me lembro de umas duas ou três composições de cabeça, mas as outras dezenas eu perdi mesmo.

O que eu poderia ter feito para não perder essas músicas? Backup? Perdi justamente enquanto (e porque) tentava fazer backup. É foda.

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Quando coloquei fogo na cara e perdi uma sobrancelha: SCIENCE, BITCH

Eu fui a criança mais curiosa e hiperativa do mundo. Passava o dia todo tentando descobrir coisas novas, estava sempre analisando como alguns mecanismos funcionavam e coisas do tipo. Quando ganhava algum brinquedo, raramente durava mais que três dias porque eu sempre desmontava pra ver como funcionava e eventualmente usar suas peças para fazer algo novo.

Eis que esse dia surgiu em minha cabeça uma curiosidade sobre explosões. “Mas afinal, como essa porra acontece?” pensei. Na época (calculo que tinha uns sete anos) o acesso à internet era limitadíssimo, e a melhor forma que imaginei para estudar uma explosão era simulando uma e observando-a.

Então, eu não tinha muitos meios viáveis para fazer isso, muito menos para fazer isso de forma segura. Mas tive uma ideia um tanto quanto genial: acender vários fósforos de uma vez só. A lógica do meu pensamento era de que se um fósforo ao ser acendido causava um pequeno efeito que lembrava o de uma explosão, porém em escala infinitamente menor, vários juntos seriam capazes de fazer algo digno de ser estudado. Fui no boteco ao lado da minha casa e comprei uma caixa por belos R$ 0,25. Temos, então, essa situação:

Untitled-1(ao contrário do ilustrado na figura acima, eu não tenho Síndrome de Down)

Ou seja, coloquei no chão a caixa com trinta e nove palitos e segurei o de número quarenta na mão direita. No chão, os palitos prontos para serem acesos e nas mãos o necessário para acendê-los. E foi isso que eu fiz: risquei o palito que estava na minha mão e o joguei carinhosamente em meio aos outros quase quarenta palitos dentro da caixa. Curiosamente, tudo estava indo bem até o momento, mas eu cometi o grande erro de querer olhar de perto a coisa toda acontecer. Afinal, aquele era um experimento científico feito justamente para observação e aprendizado, né? Pois é, senhores, o resultado foi mais ou menos esse:

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A PARADA EXPLODIU NA MINHA CARA!

Nem preciso dizer mais nada: Untitled-3

 

PS: Minha vó passou alguma coisa chamada “babosa” na minha cara todos os dias por semanas e não fiquei com nenhuma sequela, então fica a dica.

PS 2: Faltei na escola vários dias seguidos porque estava com vergonha de sair de casa sem sobrancelha e com um puta queimadão na testa.